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CAT | Midias sociais

Aproveitando a onda dos posts anteriores de aonde nossas soluções estão, o que fizemos e para aonde vamos, quero compartilhar o caso da CallAll

Minnesota visto do alto

A 4 anos atrás iniciamos um desafio no mercado norte-americano, chamado CallAll. O foco no princípio era oferecer conferência de voz de graça com foco em clientes corporativos. Um sistema de 12 T1s instalado em Iowa pelo Elcio.
Após um ano neste foco nossos clientes corporativos praticamente se extinguiram devido a outros concorrentes e as operadoras pararem de pagar a tarifa de terminação.
Através do Google Adwords, conseguimos novos clientes com outro perfil: Entretenimento. Nos EUA, a maioria dos planos de telefonia (tanto fixo como celular) são ilimitados quanto ao uso e em muitos casos eles contemplam chamadas interurbanas inclusas.
Somando um bom plano de telefonia e o fato social de que o americano padrão vive mais isolado em relação a vizinhos e família, o uso do telefone lá é praticamente universal. Isso promove o uso nas chamadas “Partylines”.
Nada mais é que um chat telefônico (conferência) aonde a função é puramente social, com diversos assuntos desde “small talks” (a tradução mais próxima para isso é conversa de elevador, tipo “como está o tempo?”, etc) até a própria vida privada. Hoje temos diversos controles e aplicações para públicos diversos: Chat de voz, Karaokê, Fã clubes e afins.

Porém, o desafio maior foi aprender com o lado de missão crítica do negócio. O importante não é a aplicação, mas sim a estabilidade, a usabilidade e a rapidez de resolver problemas; estes foram nossos grandes oponentes que só foram superados com pessoal altamente qualificado e um pouco de procedimento.

Nesta última viagem, adicionamos mais 12 T1s na nossa capacidade de atendimento e instalamos nossas primeiras bridges IP. Temos hoje a capacidade de 1380 pessoas simultâneas só no mundo TDM, em breve iremos adicionar mais capacidade em IP.

Nossos equipamentos

Nosso parceiro Dan e as bridges

Tudo isso acontece graças ao excelente esforço e dedicação do Alessandro Klabunde, Joe, Testa e Leonardo e ao pessoal do plantão 7×24.

Quem tiver curiosidade sobre a CallAll e nossas aplicações fiquem a vontade de conversar, sempre é bom trocar experiências

Um abraço,

Zenji

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Nos últimos dias discuti com muitas pessoas se chegamos na Era do Compartilhamento. Mas arrisco a dizer que mais do que compartilhamento estamos na Era da Opinião.

Passamos da Informação ao Conhecimento, para o compartilhamento e estamos dando valor a opinião, ao conceito que outros fazem de coisas (sim coisas pois a diversidade é enorme) e que podem fazer sentido para outros.

Acho que o mais importante nesse momento é perder o medo de opinar. Perder o medo de sugerir. Botar pra fazer é isso, opinar sugerir, mostrar sua vontade, como disse o Capelo no último post de seu Blog, (http://capelo.blog.com/2010/03/02/troque-ideia-transmita-emocao/) precisamos perder o medo de mostrar o que sentimos. Se expor a crítica, pelo nosso gosto ou desgosto, pelo nosso conhecimento ou ignorância e mesmo pelas vontades de fazer  ou não fazer nada.

Mídias Sociais fazem isso. Expões quem participa a fundo. Mostra o que a pessoa gosta, mostra o estado de espírito dela, junta afinidades e fazendo isso cria uma nova e gigantesca experiência. De fazer parte de algo. Quem poderia encontrar uma comunidade de “Eu gosto de lanche de pipoca” ou “Saudades do MS-DOS” algumas são óbvias que possam existir “Adoradores de Chocolate” outras como coloquei antes nem tanto. Mas todos se encontram. E dentro de tudo isso as possibilidades só crescem, pois quanto mais pessoas se expões necessidades para atendê-las crescem exponencialmente. Assim como a inovação ou o fato de Alguém gostar de lanche de pipoca possa criar novos adeptos.

É um mundo a ser explorado. E fazemos parte desse mundo. Precisamos não só estudar as ferramentas que criam as redes sociais, mas também o comportamento. Os porquês, onde e quando as pessoas se relacionam. E acima de tudo precisamos investir nisso.

Quando falo de investimento. Não é financeiro, mas sim de comunicação, de pesquisa e acima de tudo troca de idéias. Com disse acima, temos que envolver mais o social, temos que fazer parte não particionados hora como profissional, hora como pai, hora como estudante, hora como torcedor de um time. Precisamos ser nós mesmos inteiros, que gostam de músicas, filmes, comidas e afins das mais ecléticas possíveis.

Nesse investimento que eu falo, se dedicar aos poucos, pode ser escrevendo no blog (que esta aberto a todos), pode ser conversando no café ou mesmo participando do Pandora, do Pligg (escrevendo sua inovação), do Blog do Ensinar, propondo palestras ou o que for. Mesmo caindo no óbvio digo “O importante é não ter medo e participar”.

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